07 . 12 . 2021

Wiz Corporate traz modelo de referência para ampliar atuação estratégica

Modelo de partnership apresenta novas perspectivas de crescimento rumo aos objetivos ainda maiores para o futuro da empresa

Se o ditado diz que o negócio cresce aos olhos do dono, vamos imaginar um cenário em que não só um, mas vários donos estão ali empenhados e vigilantes em busca de um crescimento exponencial e coletivo. Essa é a proposta que já toma forma dentro da Wiz, a partir do movimento gerado pela Wiz Corporate. A subsidiária da Wiz adotou o modelo de partnership estratégico que deu mais engajamento aos diretores nas negociações B2B.

Stephanie Zalcman, diretora Técnica da Wiz Corporate, conta que a experiência com esse modelo precede sua trajetória na Wiz. Na empresa que trabalhou anteriormente, viu a atuação dos diretores ganhar novos contornos quando se tornaram também acionistas da companhia. O principal diferencial é o que ela chama de “sentimento de dono” e como, a partir disso, foi possível observar um avanço substancial no engajamento dos diretores com os processos, com a tomada de decisão e, claro, com os resultados da empresa.

“Começamos a pensar em uma forma de trazer expertise para a Wiz, considerando a atuação em grandes riscos e com grandes empresas. A proposta de partnership conversa com a capilaridade da unidade e é um conceito já utilizado no mercado”, detalha Stephanie. A Wiz Corporate é composta por times comerciais especializados no atendimento a diversos tipos de indústrias. Cada diretor tem um conhecimento aprofundado dos produtos para aquele setor e esse perfil exigiu maior autonomia na atuação com os clientes desde o começo.

Com mais liberdade e responsabilidade, os diretores acionistas puderam se empoderar dos processos e impactar diretamente a construção de uma unidade mais sólida e produtiva. “Quando você conversa com um diretor financeiro ou com o CEO de uma empresa, é preciso ter legitimidade para negociação e decisão. No modelo de partnership, todos têm a possibilidade de falar em nome da empresa, o que gera mais agilidade”, conta Anderson Romani, diretor executivo da Wiz Corporate.

Esses fatores proporcionaram uma atuação mais ágil e assertiva. Claro que também significa mais responsabilidade do sócio-diretor sobre a margem de contribuição para a companhia e exige da empresa uma consolidação da cultura para garantir a coesão do grupo societário. O modelo de sociedade propõe uma postura de “vendedor consciente” que vai além da própria comissão individual e extrapola sua atuação pelo crescimento do negócio que também é seu.

Cultura interna e retenção de colaboradores

Como sócio, o funcionário tende a desenvolver uma autoconsciência de onde pode ser mais eficaz e como pode expandir seus resultados. É uma nova lógica que propõe ao colaborador repensar o clima de competitividade na empresa e a efetividade do próprio trabalho. De acordo com os diretores da Wiz Corporate, esse movimento quer incentivar o aprofundamento da relação com a empresa e gerar mais oportunidades de crescimento para além da meritocracia já praticada amplamente na Wiz.

“Esse é um modelo super atraente que retém o funcionário e objetiva manter os melhores a longo prazo. Queremos que o colaborador continue aqui, pois tem ações e faz parte do todo”, reflete Romani. Segundo ele, essa participação não precisa começar grande, mas pode acontecer de forma cumulativa. Ao mesmo tempo, gera um senso maior de confiança e produtividade para a relação que deixa de ser apenas de empregado-empregador.

Com a adoção do modelo partnership pela Wiz Corporate, a Wiz reforça o poder da cultura interna da empresa, trazendo não só um modelo que funciona, mas no qual as pessoas querem participar e investir por também acreditar na força da companhia dentro do mercado.

“Esse é um modelo que demora um pouco para cativar a todos, mas na hora que isso acontece, conseguimos ver o crescimento de melhores profissionais, mais ganhos para a empresa e para os sócios-diretores. É um ciclo de profundo engajamento dos colaboradores e, obviamente, um crescimento mais acelerado na companhia.” Anderson Romani, diretor executivo da Wiz Corporate

“Começamos a pensar em uma forma de trazer expertise para a Wiz considerando a atuação em grandes riscos e com grandes empresas. A proposta de partnership conversa com a capilaridade da unidade e é um conceito já utilizado no mercado.” Stephanie Zalcman, diretora Técnica de Operações e Estruturação da Wiz Corporate